Sindsaúde intensifica cobranças para garantir progressão da saúde

Sindsaúde intensifica cobranças para garantir progressão da saúde

*Publicada em 14.03.2019 às 15h44

Apesar de concluídos, 2.362 processos da função saúde ainda aguardam assinatura do prefeito, Iris Rezende (MDB), para serem liberados. Segundo a gestão, sem a ciência do prefeito, os trabalhadores não poderão receber as progressões horizontais previstas na lei do plano de carreira (8.916/10) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Nesta quinta-feira (14), o vice-presidente do Sindsaúde, Ricardo Manzi, esteve mais uma vez na Gerência de Progressão para cobrar celeridade na liberação dos processos. Na terça (12) e na quarta(13) o Sindsaúde também esteve reunido com a gestão, inclusive com a Procuradoria Geral do Município. De acordo com o secretário de Governo Paulo Ortegal, a gestão pagará todas as progressões atrasadas. No entanto, ele evitou apontar uma data já que, segundo ele, a conclusão das análises depende da Procuradoria.

Na ocasião, o Sindsaúde foi informado de que cerca de outros 2.000 processos já foram analisados, mas apresentaram algum tipo de pendência. O superintende da Casa Civil, Jairo Bastos, alega que o pagamento da progressão não é automático e que houve divergências entre a Procuradoria e o administrativo da prefeitura durante as análises.

Ricardo Manzi frisou que a categoria está seriamente prejudicada pela morosidade da prefeitura e conceder o benefício. “Não dá para um trabalhador que recebe data-base parcelada e sem condições de trabalho continuar perdendo até R$ 1.500 por mês”.

Agentes
O Sindsaúde também cobrou a reunião da comissão que analisará a inclusão dos Agentes de Saúde (ACS) e de Combate às Endemias (ACE) no plano de carreira da SMS. “Não podemos mais permitir que falte isonomia entre o funcionalismo”, salientou Ricardo.

Manifestação
Ricardo acredita que o ato com todo o funcionalismo da saúde marcado para o próximo dia 21 de março, às 8h30, na Praça do Bandeirante vai contribuir para avançar as negociações. “Essa é a nossa arma: a mobilização!” finalizou.

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