GOIÂNIA: Sindsaúde discute reivindicações dos servidores em reunião com a secretária, Fátima Mrué

 GOIÂNIA: Sindsaúde discute reivindicações dos servidores em reunião com a secretária, Fátima Mrué

Doctor woman use infrared forehead thermometer gun to check body temperature. For virus covid-19 symptoms. Woman with the isolation gown or protective suits and surgical face masks outdoor.

*Publicada em 16.10.2020 às 15h54

Durante reunião virtual realizada, na quarta (14), com a secretária municipal de Saúde de Goiânia, Fátima Mrué, diretores do Sindsaúde apresentaram as reivindicações da categoria. O Sindicato abordou questões importantes que refletem diretamente na vida do servidor como férias e gratificações.

Férias
O Sindsaúde ressaltou que a medida da prefeitura que suspendeu o direito do servidor de gozar as férias trouxe prejuízos para o trabalhador e será um legado nefasto para a próxima gestão, segundo a visão até mesmo de diretores de unidades de saúde. A vice- presidente do Sindsaúde-GO, Néia Vieira, argumenta que “além de ser um direito constitucional, as férias são de extrema necessidade para o trabalhador que está na linha de frente da pandemia e os gestores locais enfrentarão inúmeras dificuldades para liberação desses servidores com férias acumuladas”.

Ao compreender a importância do descanso e as dificuldades para a próxima gestão, Fátima Mrué disse que já é possível pensar na liberação das férias, visto que, segundo ela, a prefeitura contratou nova força de trabalho. A proposta é que o servidor manifeste o interesse à sua coordenação para que seja agendado o período de férias.

Já o presidente do Sindsaúde, Ricardo Manzi, informou que o departamento jurídico do sindicato já prepara uma ação judicial, caso os trabalhadores continuem enfrentando dificuldades para obter o direito a férias. O presidente lembrou que esse direito está assegurado pelo Artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal e que um decreto não pode sobrepor a “Carta Magna”.

Insalubridade na pandemia
Como forma de reconhecimento ao desempenho dos profissionais de saúde na pandemia da Covid-19 e à natureza altamente insalubre deste trabalho, o Sindsaúde tem reivindicado no Estado e em todos os municípios o pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo (40%) ou outra forma de compensação.

O mesmo pedido foi feito à secretária municipal de Saúde. Ao Sindsaúde, Mrué se mostrou sensibilizada com a importância de compensar os profissionais. Ficou acertado que o Sindsaúde formulará uma proposta e encaminhará à Secretaria de Saúde. “As gratificações visam valorizar os profissionais que trabalham na defesa da vida e que não estão medido esforços para cumprir sua missão”, salienta a diretora do Sindsaúde, Flaviana Alves.

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